Como se já não bastasse o elenco limitado e incopetente do Flamengo, o Fluminense contou com a ajuda do árbitro para se classificar (já que o empate classificava o Flu). E isso não é disculpa de torcedor, o juiz marcou um pênalti que, se houve falta (que é de se contestar) foi fora da área. Tirando as faltas, as ceras (que o juíz até compensou), lateral dado para o lado errado, um escanteio no final do jogo a favor do Flamengo, que o árbitro marcou tiro de meta, nosso amigo chileno, alguma coisa Chandira eu acho (autor de todas essas façanhas), invalidou um gol legitíssimo do Flamengo no início do segundo tempo, alegando que haveria uma falta um pouco antes. Nada havia acontecido.
Mas nem tudo é mérito do árbitro, o Flu também contou com duas expulsões do Flamengo: David e Fierro (que vinha tendo, acho que por milagre, uma boa atuação defensiva).
O resultado teria sido justo, se acontecesse graças ao Fluminense e não ao juíz, pelo primeiro tempo, onde o tricolor teve mais organização. E no segundo, o Fla necessitando da virada, partiu para cima do time das Laranjeiras e foi melhor, apesar da incopentência.
Méritos para Renato Gaúcho que, no fim do jogo, colocou jogadores velozes e descançados na frente, o que gerou as expulsões do Fla.
O Fluminense entrou com um time melhor e mais organizado, já que o Flamengo não pôde contar, além dos antigos no departamento médico: Léo Moura, Everton Silva, Toró, Juan, Fabrício e Kleberson, com o Imperador Adriano, que sentiu dores na coxa direita e não foi para o jogo. Para completar, Emerson que teve que entrar em campo sem estar cem por cento, pediu para sair no início do jogo, sentindo a perna.





